Produto derivado do óleo de mamona é nova opção no rejuvenescimento facial. | |
No ano de 2003, a agência reguladora de remédios dos Estados Unidos, a FDA, aprovou o uso de próteses fabricadas com o óleo de mamona, planta nativa brasileira. O produto, testado e fabricado no Brasil, já é usado como substituto de ossos danificados em acidentes e tem baixa rejeição pelo organismo. Agora, a mamona (Ricinus communis) entra novamente em cena como uma nova opção no rejuvenescimento facial, por meio de implantes realizados sob a pele para a correção de flacidez. Gilberto Chierice, do Instituto de Química da USP de São Carlos e coordenador da pesquisa com as próteses de mamona, iniciou em 2003 uma nova pesquisa usando o polímero de poliuretana de óleo de mamona, na forma de fio serrilhado, como implante subdérmico, chamado de Fio Lifting Biológico. Segundo o pesquisador, as moléculas desse polímero são muito semelhantes às moléculas de gordura existentes no organismo humano, características que as tornam biocompatíveis. ´Já os implantes derivados de petróleo ou metal são vistos como um artefato estranho ao organismo, e por isso, correm risco de rejeição´, explica. Outra vantagem do implante desenvolvido é induzir a formação de colágeno (proteína fundamental para as fibras de tecido e estruturas do corpo) e eliminar o surgimento de bactérias, quando confeccionado em formas sólidas. O objetivo principal dessa pesquisa, que faz parte do mestrado em Bioengenharia do médico Athanase Chritos Dontos, foi analisar o grau da resposta inflamatória do tecido celular subcutâneo após receber o implante do fio de óleo de mamona. Os fios foram implantados no tecido celular subcutâneo de camundongos, sob anestesia local, e em pacientes com flacidez dérmica facial. No primeiro caso, analisou-se os tecidos e estruturas celulares, e no segundo, as modificações que surgiram a partir de fotografias tiradas no pré e pós-operatório. Dentre os resultados obtidos, constatou-se que o implante levou à formação de fibroblastos - células que produzem fibras de tecido conjuntivo, como por exemplo, o colágeno. "A presença mecânica do fio de mamona provoca tensão e a reação de cicatrização induz a formação de fibras de colágeno; além disso, esse material, quando implantado, não produz reação inflamatória", explica o pesquisador. Durante o processo natural de envelhecimento, há degeneração de proteínas que entram na composição da pele, como o colágeno e a elastina, resultando na perda da elasticidade da pele e tecidos adjacentes. Entre os fatores que contribuem para o envelhecimento estão a ação natural da força da gravidade, a radiação solar, além da contribuição de fatores genéticos. Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina Estética, o Brasil é o vice-campeão mundial em cirurgias plásticas e em aplicação da toxina botulínica (o Botox), ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Atualmente, vários procedimentos médicos realizados em consultório proporcionam melhorias na aparência, sem os inconvenientes, riscos e custos de uma cirurgia plástica. O produto já vem sendo testado em pacientes, mas aguarda a certificação de fabricação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Posteriormente, serão desenvolvidos testes de implantação do fio biológico de mamona em outros locais do corpo, na correção de flacidez de braços, nádegas, abdomens, coxas e também no tratamento de estrias. A pesquisa foi reconhecida como o melhor trabalho apresentado durante o I Congresso Mundial de Medicina Estética da Associação Internacional de Medicina Estética (ASIME) no Brasil, em março de 2004. | |
Plantas Medicinais
Plantas Medicinais
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Mamona = rejuvenescimento facial !!!
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Como fazer uma faxina e uma rápida limpeza em casa
Procure ter uma sequencia lógica para o serviço, isso ajuda a utilização do utensílio que tem em mãos.
Procure colocar as coisas que está limpando, sempre de forma organizada, assim fará uma vez só.
Evite desarrumar a casa toda, pois o rendimento diminui, pois se perde na bagunça.
Ex: se está limpando o quarto,coloque o que tirou do lugar de forma organizada, de maneira que facilite a recolocação.
Quanto aos enfeites e objetos, lave todos que for possível sem estragar, é mais rápido que tirar o pó e o resultado é perfeito (lave e os coloque em ordem do lado para não bagunçar a cozinha, quando terminar de limpar estarão secos para serem recolocados.
Espero ter ajudado , adoro fazer faxina!!!
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Espero ter ajudado , adoro fazer faxina!!!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
ALECRIM
Nome popular | ALECRIM |
| Nome científico | Rosmarinus officinalis L. |
| Fotos ampliadas | 1 | 2 |
| Família | Lamiaceae (Labiatae) |
| Sinonímia popular | Alecrim-de-jardim, alecrim-rosmarino, libanotis. |
| Parte usada | Folhas e flores |
| Propriedades terapêuticas | Estimulante digestivo, anti-espasmódica, estomacal, vasodilatora, anti-séptica. |
| Princípios ativos | Óleo essencial – Borneol; pineno, canfeno, canfora, cienol, acetato de bornila -; diperteno – rosmaricina; tanino,saponina;ácidos orgânicos; pigmentos;flavonóides |
| Indicações terapêuticas | Dores reumáticas, depressão, cansaço físico, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas, dor de cabeça de origem digestiva, problemas respiratórios, |
| Informações complementares Origem Sul da Europa e Norte da África. Propagação Estacas, ponteira dos ramos. Modo de uso Infusão das folhas frescas ou secas na forma de compressas, decoto das folhas na forma de loção, na forma de pomada usando-se o suco concentrado. Dor de cabeça de origem digestiva Em 1 xícara de chá, coloque uma colher de sobremesa de folhas picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá antes ou após as principais refeições. Problemas respiratórios Xarope: para 1/2 litro de xarope adicionar o suco de 4 xíc. de cafezinho de folhas frescas, tomar 1 colher de sopa a cada 3 horas. Infusão: 1 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de água, tomar xíc. de chá a cada 6 horas. Tintura: 10 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de álcool de cereais ou aguardente, tomar 1 colher de chá 3 vezes ao dia em um pouco de água; para a maioria das indicações, inclusive hemorróidas. Pó - as folhas secas reduzidas a pó têm bom efeito cicatrizante. Outros usos Usam-se ramos em armários para afugentar insetos. Usado como tônico do sistema nervoso central e indicado em casos de esgotamento cerebral, excesso de trabalho e depressão ligeira. Seu uso à noite pode alterar o sono. Em altas doses pode ser tóxico e abortivo. Em doses elevadas pode provocar irritações gastrointestinais. Plantas que curam, Dr. Sylvio Pannizza. |
BANANA
Nome popular | BANANA |
| Nome científico | Musa paradisiaca |
| Fotos ampliadas | 1 |
| Família | Musaceae |
| Princípios ativos | Ácido ascórbico, tiamina, riboflavina, niacina |
| Indicações terapêuticas | Cãibras, fadiga, alterações nos batimentos cardíacos, vários tipos de alergia, TPM, prisão de ventre, diarréia infantil. |
| Informações complementares Origem Não se conhece exatamente a origem e classificação botânica da banana. Muitos pesquisadores consideram-na oriunda da Ásia meridional, da Índia, onde é cultivada há milênios; outros, da América tropical. Nossos índios já a cultivavam na época do descobrimento do Brasil. Uso medicinal da bananeira (Fonte: Purdue University) Espécies alimentícias A banana pertence ao gênero Musa, que compreende 40 espécies. Destas, apenas três espécies são alimentícias:
É uma árvore formada por folhas cujas bainhas supostas formam uma espécie de tronco, que não passa de um pseudotronco. O fruto forma cachos e, conforme a espécie, há cachos com mais de 200 frutas. As mais conhecidas são:
Encontrada em quase todos os lugares do mundo, ela é uma fruta muito apreciada e saborosa. Trata-se, sem sombra de dúvidas, de uma das frutas mais populares e nutritivas entre todas as conhecidas do planeta. Suas propriedades químicas diferem pouco de uma variedade para outra. E ela é conhecida, também, como uma das frutas mais higiênicas conhecidas, pois ao descascá-la não é necessário pegar na polpa. Esta sua forma simples e altamente prática é, inclusive, colocada pelos especialistas que criam móveis e outras centenas de objetos de nosso uso diário como o “exemplo perfeito de design”. O mais importante é conhecer o seu conteúdo nutricional e ver o que ela nos oferece de especial no fortalecimento do corpo humano e combate ou prevenção à enfermidades. A banana é muito rica em minerais e tem grande quantidade de ferro, que ajuda na hemoglobina do sangue, contra a anemia, principalmente em grávidas e crianças. Ela tem magnésio, que ajuda a combater muitas espécies de alergia – inclusive a febre do feno. Segundo pesquisadores da Alemanha, a ingestão de três bananas médias fornece cerca de 180 mg de magnésio. Mas o seu forte é uma grande quantidade de potássio, mineral necessário para contração muscular, evitando cãibras, fadiga e alterações nos batimentos cardíacos. A banana é fonte essencial de energia e, sendo de fácil acesso e tornando a refeição ligeira, passou a ser o alimento ideal para os desportistas sujeitos aos grandes desgastes nos esforços físicos. O potássio ajuda ainda na transmissão dos impulsos nervosos e recompõe a perda deste mineral nos casos de diabetes, auxilia os pacientes com hipertensão ou com problemas cardíacos e, também, nos casos de diurese provocada em pessoas em regime de emagrecimento. A banana ainda possui o cálcio tão necessário para fortalecimento dos ossos, dentes e as células do nosso corpo. Vitaminas Vejamos as vitaminas encontradas nesta fruta: A (beta caroteno), necessária para o funcionamento do sistema imunológico, ajudando a diminuir o tempo de duração das doenças. Vitamina C (ácido ascórbico), que ajuda a aumentar a imunidade e oferece proteção contra o câncer; B1 (tiamina), que ajuda a manter normal o funcionamento do sistema nervoso, músculos e coração; B2 (riboflavina), que ajuda na cicatrização das feridas, e a B5 (niacina), que interfere no metabolismo das gorduras e açúcares. Outros benefícios Ela é ideal para integrar a dieta de mulheres que sofrem de síndrome da tensão pré-menstrual (a TPM). A banana maçã combate o colesterol e ajuda a evitar prisão de ventre. Uma pesquisa, vinda da Inglaterra, informa que a ingestão de bananas forma um fermento digestivo, do tipo dietético, que protege contra o câncer do estômago. Alcaliniza o sangue no caso da acidez no estômago, facilitando a digestão. Estimula os rins na depuração de elementos tóxicos; no caso de infecção do fígado, ajuda no fortalecimento celular. A banana é, também, ótima para combater a diarréia infantil, sendo o remédio provido pela Natureza para facilmente curá-la. Sendo assim, a dieta à base de banana, comumente recomendada pelos pediatras, é adequada – diz o professor William B. Greenough III, da Johns Hopkins University e presidente da Fundação Internacional para a Saúde da Criança. Extraído do livro As Incríveis 50 Frutas com Poderes Medicinais, autoria de Lelington Lobo Franco, escritor, pesquisador, químico-fitologista (Curitiba, PR). |
CUPUAÇÚ
Nome popular | CUPUAÇÚ |
| Nome científico | Theobroma grandiflorum (Willd ex Spreng) Schum. |
| Fotos ampliadas | 1 |
| Família | Sterculiaceae |
| Sinonímia popular | Cupuaçú-verdadeiro |
| Princípios ativos | A polpa contém fósforo e vitamina C. As sementes apresentam por volta de 60% de gordura, com alto coeficiente de digestibilidade, como as do cacau, tendo a vantagem de não conter cafeína. |
| Informações complementares Nome em outro idioma Brasil. É espécie nativa do Estado do Pará, onde pode ser ainda encontrado em estado silvestre na mata virgem alta de várias localidades do Estado. É frequente o cultivo dessa espécie em quase toda a Amazônia, aí incluida a parte nordeste do Estado do Maranhão. Fora do Brasil, é cultivado também em alguns países tropicais da América do Sul e Central tais como a Venezuela, Equador, Colômbia e Costa Rica. Características É uma árvore de pequeno porte, ciclo anual, que alcança até 8m de altura (nos indivíduos cultivados) e de porte médio, alcançando até 18m de altura (nos indivíduos silvestres, na mata alta). O tronco geralmente é reto com a casca de cor marrom-escura, fissurada, ramificação tri- cotônica, ramos superiores ascendentes, os inferiores horizontais, ambos com ritidoma esfoliado. As folhas são simples, inteiras, subcoriáceas, com até 35cm de comprimento por até 10cm de largura. Lâmina oblonga ou oblonga-obovada, atenuada, ápice abrupto-acuminado, com base obtusa ou arredondada, glabra, de cor verde e sub-brilhosa na face superior, e verde-glauco ou roseo-pálido face inferior, com delicado revestimento de pêlos estrelados; nervuras laterais, acentuadamente dirigidos para o ápice do limbo, o par inferior em ângulo mais agudo; nervuras terciárias transversais e sub-paralelas. As flores são grandes, vermelho-escuras, dispostas em cachos de até 5 flores ou mais, brotando dos galhos tomentosos. Pendúculos curtos, espessos, com 3 brácteolas estreito-lineares; cálices com 5 pétalas cada um. O fruto é uma baga de forma elipsóide ou oblonga, com as extremidades obtusas ou arredondadas, que lembra o futo do cacau, apresentando uma coloração castanho escura aveludada, medindo até 24cm de comprimento por 12cm de diâmetro, pesando até 1,5kg, e com cerca de 50 sementes, superpostas em 5 fileiras verticais, cada semente envolvida por copiosa polpa branca-amarelada, mucilaginosa, de sabor acidulado e cheiro característico, agradável. A casca do fruto é dura e lenhosa, mas facilmente quebrável. Na maturação os frutos caem sem o pedúnculo, ocasião em que exala o cheiro característico. A polpa do cupuaçú, de sabor ácido e aroma forte, é muito apreciada ao natural ou em forma de sorvetes, licores, vinhos, compotas, doces, sucos e geléias. As sementes, devidamente preparadas, dão um bom chocolate (Cupolate, melhor dizendo) e a gordura pode ser transformada em manteiga de cacau. A receita do chocolate branco As sementes de cupuaçu, sem a polpa e sem adição de água, são postas a fermentar. Após 24 horas se adiciona uma solução de açúcar a 30% na proporção de 1% de solução com relação ao peso do material; a solução deve estar a 38%. Após 48 horas de iniciar a fermentação, nova solução de açúcar é adicionada na mesma concentração e temperatura, devendo-se revolver as sementes duas vezes por dia. A fermentação termina no quinto ou sétimo dia, onde as sementes são lavadas, secas ao sol, torradas a 180º C, descascadas estando prontas para serem transformadas em chocolate em pó. Uma parte das amêndoas deve ser prensada para a obtenção da manteiga de cupuaçu, que será utilizada na formulação das massas para o preparo dos tabletes; a torta restante é moída e adicionando 10% de açúcar comum em relação ao peso final, produz-se o "cupulate em pó". Fonte: Jornal De volta às Raízes. Publicação do Centro Nordestino de Medicina Popular - Ano XI - Nº 59. Maio/Junho. 1996.
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DENTE-DE-LEÃO
Nome popular | DENTE-DE-LEÃO |
| Nome científico | Taraxacum officinale Weber |
| Fotos ampliadas | 1 | 2 | 3 | 4 |
| Família | Asteraceae |
| Sinonímia popular | Alface-de-cão, alface-de-côco, amargosa, amor-dos-homens, chicória-louca, chicória-silvestre, coroa-de-monge, dente-de-leão-dos-jardins, leutodonte, quartilho, radite-bravo, relógio-dos-estudantes,salada-de-toupeira, soprão, taraxaco, taraxacum. |
| Sinonímia científica | Leontodon taraxacum L.; Taraxacum dens-leonis Desf.;Taraxacum retroflexum Lindb. F. |
| Parte usada | Rizoma, folhas, inflorescência, sementes, raiz. |
| Propriedades terapêuticas | Alcalinizante, anódina, anti-anêmica, anti-colesterol, anti-diarréica,antiescorbútica, antiflogística, anti-hemorrágica, anti-hemorroidária, anti-hipertensiva, antiinflamatória, antilítica biliar, anti-oxidante. |
| Princípios ativos | Látex, óleo-resina, taraxina (alcalóide que se encontra na raiz), tanino, sais minerais, carotenóides, fitosterol, colina, ácido caféico, ácido cítrico, ácido dioxinâmico, ácido p-oxifenilacético, ácido tartárico, ácidos graxos, alcalóides, amerina |
| Indicações terapêuticas | Ácido úrico; acidose, acnes, afecções biliares, afecções hepáticas, afecções ósseas, afecções renais, afecções vesicais, aliviar escamações da pele, aliviar irritações da pele, aliviar vermelhidões na pele, anemias; arteriosclerose, astenia. |
| Informações complementares Nome em outros idiomas É originária das regiões temperadas dos dois hemisférios, e sua utilização é relatada nos achados arqueológicos da Era do Imperador Amarelo na China de 2704-2100 a.C, pelos escritos preservados em cascos de tartaruga, juntamente com descrições sobre a acupuntura e outras bases que fazem parte até hoje da Medicina Tradicional Chinesa. Descrição Erva vivaz de até 50 cm de altura. Raiz pivotada, folhas radicais, dispostas, em roseta, lanceoladas; algumas são inteiras, outras são onduladas, outras (a maioria) apresentam recortes mais ou menos profundos e irregulares, formando lobos desiguais, triangulares, terminados por uma ponta aguda. O limbo das folhas é sustentado por um pecíolo curto, abarcante, frequentemente avermelhado. Do ápice do caule subterrâneo partem hastes florais eretas, curvas, mais compridas que as folhas, fistulosas, terminadas por inflorescência amarela. Cada capítulo floral compõe-se unicamente de flores liguladas, de maneira que parecem dobradas, como acontece com os cravos. Os frutos são aquênios. Terminam em apêndices compridos e coroados de topetes de cerdas finíssimas, estendidas por todos os lados, dando ao conjunto um aspecto de pára-quedas. Os frutos se deslocam com o mais leve toque da brisa ou do assopro, voando para longe. As folhas, hastes e flores, sofrendo a mínima lesão, emitem um látex. Princípios ativos e composição química (continuação) Aminoácidos, apigenina, carboidratos, carotenóides, cobalto, cobre, colina, compostos nitrogenados, estigmasterol, ferro,, flavonóides, fósforo, frutose, glicosídeo, (taraxacosídeo), inulina, lactucopicrina, látex, levulina, luteolina, magnésio, matéria graxa, mucilagem, níquel, óleo essencial, pectina, potássio, pro-vitamina A, resina, sais de cálcio, saponinas, silicatos, sitosterol, soda, sódio, stigmasterol, taninos, taraxina, taraxacosídeos, taraxasterol, taraxerol, vitaminas: A, B1, C, PP, D; xantofilas. Contém em 100 gramas: Calorias: 45,00 Água: 85,50 % Hidratos de carbono: 7,00% Proteínas: 2,70% Sais: 2,10% Vitamina A: 1 250 U.I. Vitamina C: 30 mg Propriedades terapêuticas (continuação) Anti-reumática, antiúrica, anti-virótica, aperiente, bactericida, carminativa, colagoga, colerética, depurativa, desobstruente das vísceras abdominais, diurética, digestiva, estimulante, expectorante, febrífuga, fortificante dos nervos, galactagoga, hepática, hipocolesterolêmica, hipoglicêmica, laxante suave, nutritivas, problemas do fígado, sudorífera, tônica. Indicações terapêuticas (continuação) Baixa produção de leite por lactantes, cálculos biliares; cárie dentária, celulite, cirrose, cistite, colecistite (inflamação da vesícula biliar); colesterol, constipações, depurativo para todo o organismo, dermatoses, desordens hepatobiliares, desordens reumáticas, diabetes, diluir gorduras do organismo, distúrbios menstruais; diurético, dermatoses, doenças ósseas, eczemas, edemas; escarros hemópticos, espasmos das vias biliares, esplenite (inflamação do baço); excesso de colesterol, falta de apetite, fígado, fraqueza; gota, hemorróidas, hepatite; hidropisia; hiperacidez do or! ganismo, hipoacidez gástrica, icterícia, impurezas no sangue, insuficiência hepática; litíase biliar, manchas na pele, nevralgia, nefrite, obesidade, obstipação, oligúria, palidez; paludismo, pele, piorréia, prevenção de derrames, prisão de ventre, problema hepáticos, problemas digestivos, radicais livres, renovar e fortalecer o sangue, reumatismo; rugas, sardas, tonificar o sistema sexual, varizes, verrugas, vesícula. Utilizada também na prevenção da gota, artritismo, cálculos renais, cárie dentária, doenças das gengivas e reumatismo. Medicina Tradicional Chinesa Pynyin: Pu Gong Ying Ação: Penetra no canal do estômago, remove o calor e desintoxica o fogo nocivo. Para estimular a digestão As raízes e as folhas novas devem ser servidas em forma de salada. Depurativa/Anemia O suco leitoso, que se espreme das folhas e das raízes, é empregado nas curas depurativas. Anemias enfermidades do fígado e bexiga. Tomar de 2 a 3 colheres (café) diárias, durante três a quatro semanas de acordo com o grau de comprometimento do órgão. Suco: bater no liquidificador 4 folhas, 1 copo d´água e gotas de limão. Tônico/normalizador da alcalinidade Prepara-se o suco, obtido tanto das folhas como das raízes e combinado com suco de cenoura e de folhas de nabo, ajudando ainda a combater doenças da coluna vertebral e ossos, torna fortes e firmes os dentes, ajudando a prevenir a piorréia e a cárie dentária. Desintoxicar o fígado/Depurativo Deixar macerando durante toda a noite 1 colher (chá) das raízes em i xícara (chá) de água; no dia seguinte, ferver rapidamente; coar; tomar metade meia hora antes do café da manhã e outra metade depois do café da manhã. Tônico e depurativo Infusão 10g de folhas por litro de água, 3 xícaras (chá) por dia, sendo preparadas apenas imediatamente para consumo. Vitiligo Sumo das folhas, uso externo. Desintoxicante hepático e depurativo Deixar macerar por 1 dia 1 colher das (chá) de raízes secas em 1 xícara das (chá) de água. Tomar ½ xícara antes das refeições. 2 a 3 colheres (chá) das raízes secas em 250mL de água. Ferver 10 a 15 minutos. Tomar 3 vezes ao dia. Aperiente 1 colher (chá) de raízes secas em ½ copo de vinho tinto seco. Deixar macerar 10 dias. Tomar 1 cálice antes das refeições: Raiz pulverizada: 1g por dose, 4g por dia. Extrato fluido: 30 gotas, 3 a 4 vezes ao dia. Diurética 2 colheres (sopa) de raízes e folhas picadas, em 1 litro de água. Ferver por 3 minutos, tampar até esfriar. Coar, tomar durante o dia, dividido em várias doses: Tintura mãe 50 gotas, 3 vezes ao dia. Observação: tintura mãe significa que a concentração do extrato da planta é de 300g de erva fresca para 250 ml de álcool de cereal e 50 ml de água desmineralizada, segundo a metodologia aplicada na MTC (Medicina Tradicional Chinesa). Tintura (1:5) 5 a 10ml em 25% etanol, 3 vezes ao dia. Observação: tintura com diluição 1:5 significa que em uma solução existem apenas 20% de tintura mãe. Essa diluição é o que geralmente se encontra em farmácia de manipulação e fitoterápicos. As folhas tenras e as raízes muito suculentas dão uma salada excelente, de sabor amargo, que exerce sobre todo o organismo uma ação profundamente depurativa, melhorando e regenerando o sangue. Especialmente indicada nas anemias, é recomendada às pessoas de "sangue pobre". As folhas, preparadas como se prepara o espinafre (ter o cuidado de cortar antes as pontas duras) constituem uma boa verdura, reputada por sua ação emoliente. Flores: fritas ou em saladas, maioneses e geléias; Sementes: torradas e moídas, podem ser usadas como "café de chicória". Rizomas: comidas cruas ou cozidas, cortadas em fatias. É contra-indicado em casos de pessoas com sensibilidade gastrintestinal, acidez estomacal, com obstrução no duto biliar; no caso de cálculos renais, usar a planta apenas sob a supervisão de um médico. O látex da planta fresca pode produzir dermatite de contato. Em uso interno, pode causar moléstias gástricas, como hiperacidez. Para evitar associar o malvavisco ou outra planta mucilaginosa. O uso de diuréticos em presença de hipertensão ou cardiopatia, só sob prescrição médica, dada à possibilidade de ocorrer descompensação tensional ou eliminação de potássio excessiva com potencialização dos efeitos dos cardiotônicos (no caso do dente-de-leão o risco é menor por ser ele rico em potássio). |
ERVA-MATE
Nome popular | ERVA-MATE |
| Nome científico | Ilex paraguariensis St.Hill |
| Fotos ampliadas | 1 | 2 | 3 |
| Família | Aquifoliaceae |
| Sinonímia popular | Mate, erva-do-paraguai. |
| Parte usada | Folhas |
| Propriedades terapêuticas | Estimulante, diurética. |
| Indicações terapêuticas | Fraqueza, cansaço, depressão, má digestão. |
| Informações complementares Origem Espécie nativa da América do Sul. Descrição Botânica Árvore de até 15m de altura, ramos abundantes, pouco rígidos, verde-claros, com extremidade arroxeada e sulcada. As folhas são simples, alternas, pecioladas, serradas ou dentadas. As flores são pequenas e pálidas. Os frutos são vermelhos, negros quando maduros. Uso medicinal Internamente, em problemas de fraqueza, cansaço, depressão, má digestão. Também como estimulante e diurética. Cultivo Propagação: por sementes. Plantio: na primavera, escolher boas matrizes. Florescimento: de setembro a novembro. Referências bibliográficas
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